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A Obesidade é atualmente um dos maiores problemas de saúde pública mundial, sendo considerada uma doença crônica que apresenta alta prevalência mundial e é fator de risco para diversas doenças crônicas como diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, câncer, doenças cardiovasculares e outras.
Sendo assim a adoção de estilos de vida saudável como uma alimentação adequada, prática de atividade física e controle do peso são recomendações básicas para a prevenção e controle da obesidade. A mídia o tempo todo, em todos os meios de comunicação apresenta reportagens sobre nutrição e atividade física como forma de incentivar bons hábitos de vida.
No entanto é inacreditável que existem pessoas que enaltecem a obesidade, no site do UOL foi publicado que uma mulher norte americana busca o recorde de mulher mais obesa do mundo, e o pior ela pesa 272 Kg atualmente e quer chegar aos 450Kg e para isso terá que consumir 12000Kcal por dia, ela acha que não conseguirá pois tem que correr atrás de sua filha pequena. Realmente não sei se ela conseguirá, pois diversas complicações metabólicas e doenças podem surgir nessa prática……
É, mesmo com muita informação sobre a importância de uma boa alimentação, prática de atividade e controle do peso para a prevenção de diversas doenças os profissionais da saúde e a mídia ainda têm muito a fazer para conscientizar as pessoas e contribuir de forma efetiva na mudança de comportamento.
Porque ninguém tenta bater o recorde de ter a alimentação mais saudável ?!
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai estabelecer os limites máximos de micotoxinas em 16 categorias de alimentos. Para isso, colocou em Consulta Pública, nesta terça-feira (22), proposta de regulamento para o tema.
As micotoxinas são substâncias tóxicas produziadas por fungos e encontradas em alguns alimentos, principalmente grãos. “A ingestão dessas substâncias em grande quantidade pode causar sérios problemas para a saúde da população como: cirrose hepática, necrose aguda e até mesmo o câncer” explica Maria Cecília Brito, diretora da Anvisa.
A contaminação de alimentos por micotoxinas está ligada, principalmente, ao manejo incorreto das plantações e as condições de umidade e temperatura de armazenagem do alimento. “Uma secagem rápida e adequada do produto é a melhor forma de prevenção”, diz a diretora da Anvisa.
Dentre os alimentos que deverão seguir a nova regulamentação estão o café, o milho, o trigo e até mesmo o chocolate. “Os limites máximos de micotoxinas em alimentos, propostos pela Agência, são fundamentados em estudos toxicológicos internacionais que nos dão essa margem de segurança”, afirma Maria Cecília.
A proposta da Anvisa também estabelece procedimentos de amostragem que os órgãos de vigilância sanitária devem seguir na coleta fiscal de alimentos para verificação da existência de micotoxinas e os métodos de analise que os laboratórios devem seguir. As toxinas englobadas pela regulamentação são: aflatoxinas, ocratoxina A, desoxinivalenol (DON), fumonisinas (B1 + B2) e patulina.
Contribuições Os interessados em participar da Consulta Pública 100/2009 terão 90 dias para se manifestar. As contribuições deverão ser encaminhadas por escrito para um dos seguintes endereços: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência-Geral de Alimentos, SIA Trecho 5, Área Especial 57, Brasília- DF, CEP 71.205-050; ou para o Fax: (61) 3462-5315; ou para o e-mail: gicra@anvisa.gov.br.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa
Vitaminas e Minerais são componentes vitais para uma boa saúde e nutrição humana, auxiliando o desenvolvimento físico e intelectual de diferentes maneiras importantes. As vitaminas e minerais são conhecidas também como micronutrientes, e um número delas são particularmente importantes pois no mundo existe um grande número de pessoas com deficiências, sendo elas: vitamina A, iodo, ferro, zinco e folato.
Ao redor do mundo bilhões de pessoas vivem com deficiências dessas vitaminas e minerais. Aproximadamente um terço das crianças dos países em desenvolvimento antes dos cinco anos de idade apresentam deficiências de viatamina –A e portanto com risco reduzido de sobrevivência . A anemia por deficiência de ferro durante a gravidez está associada com 115.000 mortes por ano, responsável por um quinto do total de mortes maternas.
As causas de deficiências de vitaminas e minerais são múltiplas e interconectadas. No nível mais básico o problema está relacionado à dieta. Em todo o mundo , pessoas de baixa renda não consomem quantidades suficientes de alimentos ricos em nutrientes como : carnes, leite, peixe, legumes, frutas e vegetais. O problema é agravado pela falta de cuidados de saúde e saneamento, doenças e falta de educação infantil e puericultura.
Dietas de qualidade e variadas poderiam resolver a maior parte de deficiências de vitaminas e minerais. No entanto a melhoria de dietas dos países pobres é complexa e altamente dependente de aumento de rendimentos, acesso a alimentos, melhores serviços de saúde e nutrição e modificações nas práticas de alimentação infantil. Estratégias bem integradas a nível nacional e a longo prazo que podem ser eficazes são : redução da desnutrição, melhoria dos serviços de saúde, melhoria da educação e produtividade econômica. A curto prazo muitas vidas podem ser salvas através de intervenções custo efetivas como suplementação e fortificação de alimentos.
No Brasil as carências de micronutrientes que mais afetam a população são: deficiência de Vit A, ferro e iodo. Por isso o Ministério da Saúde desenvolveu programas de combates a essas carências através do desenvolvimento de Programas Nacionais de Suplementação e Fortificação de alimentos.
Para saber mais sobre esses programas acesse o site do Ministério da Saúde e leia o Guia da Organização Mundial da Saúde sobre a Suplementação e Fortificação de Alimentos.

