Archive for Dezembro, 2008


16/12/2008

COMO COMER NAS FESTAS DE FIM DE ANO!

Author: Giseli Galati


As festas de fim de ano estão aí! E junto muitas comidas e bebidas, que podem contribuir para alguns quilos extras!

O que fazer para evitar os excessos?

Primeiro o mundo não vai acabar em comida! Procure selecionar aqueles alimentos que você quase não come durante o ano e aqueles que você mais gosta, mas sem exagerar!

Nos dias de festa não fique o dia todo sem comer achando que você poderá comer a mais na ceia, CUIDADO!!!! Seu metabolismo provavelmente estará mais lento e você com muita fome o que irá contribuir para o ganho de peso!

Faça todas as suas refeições do dia!

Evite ficar beliscando, coloque tudo o quiser comer em um prato, assim poderá ter noção do quanto comeu!

Substitua a maionese das preparações por iogurte natural!

Na ceia faça uma deliciosa salada de verduras com frutas, o clima pede e é ótimo para acompanhar as carnes;

Para os aperitivos aposte em patês light (veja algumas receitas), frutas secas, queijo minas temperado com orégano e azeite, palito de legumes e castanhas (embora sejam calóricas são excelente fonte de gorduras poliinsaturadas e vitamina E);

Cuidado com os excessos de bebida alcoólicas pois além de serem calóricas, são tóxicas ao organismo!

Ao final da ceia distribua o que sobrou com os convidados!

Nos dia seguintes aposte mais em saladas, sucos e frutas e reduza os carboidratos! Beba chás como o chá verde, carqueja e gengibre, são excelentes desintoxicantes!

Se exagerar nas bebidas alcoólicas e apresentar problemas digestivos por excessos, aposte nos chás de boldo (boldo do Chile), camomila, erva doce e espinheira santa são excelentes para melhora da função gástrica e desintoxicação!

Pratique atividade física entre as festas para compensar os excessos e beba muita água para desintoxicar-se!

Não precisa exagerar, lembre-se você pode comer de tudo desde que esteja em equilíbrio!

Algumas dicas de receitas light para o Natal

Bacalhau light 

Bolo de Natal light

Charlote colorida light

Chester assado light 

Salada colorida 

Salada natalina light 




 

O que é uma dieta vegetariana?

Várias pessoas seguem uma dieta “vegetariana”, mas não há um padrão dietético vegetariano único. A dieta vegana, ou vegetariana total, inclui apenas alimentos vegetais: frutas, hortaliças, leguminosas (como feijão e ervilha), cereais, sementes e castanhas. A dieta lactovegetariana inclui, além dos alimentos vegetais, queijo e outros laticínios. A dieta ovolactovegetariana (ou lacto-ovovegetariana) também inclui ovos. Semivegetarianos não comem carne vermelha, mas aceitam frango e peixe além de alimentos vegetais, laticínios e ovos.

As dietas vegetarianas são saudáveis?

A maioria das dietas vegetarianas é pobre em produtos de origem animal. Também costumam ter índices de gordura total, gordura saturada e colesterol mais baixos que as dietas não vegetarianas. Muitos estudos demonstraram que os vegetarianos parecem apresentar um risco menor de obesidade, doença coronariana (que provoca ataques cardíacos), pressão alta, diabete melito e algumas formas de câncer.

As dietas vegetarianas podem ser saudáveis e completas em termos nutricionais quando são cuidadosamente planejadas para incluir nutrientes essenciais. No entanto, a dieta vegetariana pode não ser saudável caso contenha calorias em excesso e quantidade insuficiente de nutrientes importantes.

 

Quais são os nutrientes a levar em conta numa dieta vegetariana?

Proteína: não é preciso comer alimentos de origem animal para ter proteína suficiente na dieta. As proteínas vegetais, sozinhas, podem fornecer a quantidade necessária de aminoácidos essenciais e não essenciais, contanto que as fontes protéicas sejam variadas e a ingestão de calorias seja suficientemente alta para atender à necessidade energética.

Cereais integrais, leguminosas, legumes, verduras, sementes e castanhas contêm, todos, aminoácidos essenciais e não essenciais. Não é preciso combinar cuidadosamente esses alimentos (“proteínas complementares”) dentro da mesma refeição.

Já se demonstrou que a proteína da soja é igual às proteínas de origem animal. Pode ser sua única fonte de proteínas, se você quiser.

Ferro: Os vegetarianos podem sofrer um risco maior de deficiência de ferro do que os não vegetarianos. Os alimentos que contêm mais ferro são a carne vermelha, o fígado e a gema de ovo, todos ricos em colesterol. No entanto, feijão, espinafre, produtos enriquecidos, levedo de cerveja e frutas secas são boas fontes vegetais de ferro.

Vitamina B-12: Só vem naturalmente de fontes animais. Os veganos precisam de uma fonte confiável de vitamina B-12, como algumas marcas enriquecidas de flocos de cereais, de bebidas à base de soja, de levedo de cerveja e de outros alimentos (verifique os rótulos), além de suplementos vitamínicos.

Vitamina D: Os veganos precisam de uma fonte confiável de vitamina D. Veganos que não pegam sol suficiente talvez precisem tomar um suplemento.

Cálcio: Os estudos mostram que os vegetarianos absorvem e retêm mais cálcio dos alimentos que os não vegetarianos. Verduras como espinafre, couve e brócolis e algumas leguminosas e produtos à base de soja são boas fontes vegetais de cálcio.

Zinco: O zinco é necessário para o crescimento e o desenvolvimento. Entre as boas fontes vegetais estão os cereais, as castanhas e as leguminosas. Mariscos são excelente fonte de zinco. Ao escolher um suplemento vitamínico, prefira os que contenham no máximo 15 a 18 mg de zinco. Os que contêm 50 mg ou mais podem, em algumas pessoas, baixar o colesterol HDL (o “bom”).

Quais são os planos de cardápios recomendados?

Qualquer tipo de dieta vegetariana deveria incluir grande variedade de alimentos e calorias suficientes para atender à necessidade de energia.

Mantenha em nível mínimo a ingestão de doces e alimentos gordurosos. São pobres em nutrientes e ricos em calorias.

Sempre que possível, prefira cereais integrais ou não refinados ou utilize produtos enriquecidos.

Use boa variedade de frutas e hortaliças e inclua alimentos que sejam boas fontes de vitaminas A e C.

Se usa leite ou laticínios, prefira as variedades com pouca ou nenhuma gordura.

Os ovos são ricos em colesterol (213 mg por gema), e assim não exagere. Limite sua ingestão máxima de colesterol a 300 mg por dia.

                                                                                  

Fonte: vegetarianismo.com.br


05/12/2008

ALIMENTAÇÃO DA GESTANTE E SAÚDE DO BEBÊ

Author: Giseli Galati


Por quê os hábitos alimentares são importantes durante a gravidez?

A gravidez é um momento muito especial da vida que requer atenção especial. Todos os hábitos adotados pela futura mamãe refletem diretamente na vida do futuro bebê. Os hábitos alimentares estão entre os mais importantes, uma boa nutrição garante o crescimento e desenvolvimento do bebê e, ao mesmo tempo, propicia à mãe condições de saúde satisfatórias para o parto e a amamentação.

 

Como são avaliadas as condições nutricionais da gestante?


As condições nutricionais entre outros parâmetros, são avaliados pelo ganho de peso, o qual estima-se que durante a gestação deve variar em torno de 300 a 400g semanais.

 

Como deve ser a alimentação da gestante?

A gestante deve ter uma alimentação que contenha:

Proteínas – As células do bebê em desenvolvimento são construídas principalmente de proteínas. As mudanças do corpo da mãe e a placenta também necessitam de proteínas. As melhores fontes são: carnes (frango, peixe e carne bovina), ovos, leite e derivados.

Carboidratos – Combustível para o feto, os carboidratos são necessários para o sistema nervoso e cérebro do bebê. As melhores fontes são: pães, cereais, grãos, batata, milho, frutas etc. A dieta da gestante dificilmente contém pequenas quantidades de açúcares, por isso, recomenda-se não exagerar no consumo de alimentos ricos em carboidratos.

Gorduras – As gorduras também são utilizadas pelo organismo como fonte de energia, porém a gestante deve incluir na dieta em quantidades mínimas, e dar preferência as de origem vegetal: soja, milho, girassol etc., que são mais ricas em gorduras insaturadas.

Vitaminas - Elas são necessárias para a maioria das funções do corpo (produção de energia, manutenção da pele, formação de anticorpos etc.). Todas as vitaminas são importantes durante a gravidez e podem ser obtidas através de uma alimentação variada. As fontes são hortaliças, frutas, carnes, leites e derivados e grãos.

Minerais – Eles também possuem muitas funções (formação das células vermelhas, formação de ossos e dentes etc.). As fontes são hortaliças, frutas, carnes, leites e derivados e grãos.

 

Quais são os sintomas característicos que podem ocorrer durante a gestação?

Obstipação (intestino preso): Para evitar, deve-se consumir fibras (verduras, frutas e cereais integrais), aumentar a ingestão de líquidos, fazer as refeições em horários regulares e exercícios físicos. Não use laxantes sem prescrição médica, pois eles podem diminuir a absorção de vitaminas e minerais.

Náuseas e vômitos: São sintomas comuns no início da gravidez e ocorrem devido a mudanças hormonais. Procure fazer refeições pequenas e freqüentes; evitar alimentos gordurosos, muito condimentados e de odor forte; evitar misturar alimentos quentes e frios na mesma refeição; não tomar líquidos durante as refeições e antes de se levantar procure comer um biscoito salgado, torradas ou cereais. Caso esses sintomas persistam, deve-se recorrer ao médico.

 

Fonte: Nutrição em Pauta

Autores : Dra. Lígia dos Santos   Nutricionista do Setor de Nutrição e Dietética do Hospital e Maternidade São Camilo    

Dra. Sílvia Toscano   Nutricionista , Chefe do Setor de Nutrição e Dietética do Hospital e Maternidade São Camilo


04/12/2008

PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO NUTRICIONAL

Author: Giseli Galati


Curso semi-presencial : Turma com início em 2009

Local: Centro Universitário Claretiano de Batatais

Para maiores informações acesse: www.claretiano.edu.br


02/12/2008

A SOJA NO TRATAMENTO DA MENOPAUSA

Author: Giseli Galati


O tratamento mais comum para os sintomas do climatério é a terapia hormonal (TH), que inclui diferentes combinações de hormônios em diferentes vias de administração e diferentes dosagens. A TH apresenta aceitação multidisciplinar e avanços técnicos de relevância a cada ano no que diz respeito aos aspectos farmacológicos e clínicos. No entanto, pode apresentar alguns riscos e efeitos colaterais como o possível aumento na incidência do câncer de mama, sangramento uterino e eventos tromboembólicos. A publicação do estudo Women Health’s Initiative (WHI - 2002) foi divisor de águas do curso de terapia hormonal, fazendo com que suscitassem pesquisas no campo da terapia hormonal tradicional e abrisse mais espaço para estudos sobre tratamentos alternativos para alívio dos sintomas do climatério.

Apesar dos benefícios da TH, estudos estimam que somente 10% a 35% das mulheres na pós menopausa fazem uso desta terapia e metade daquelas que iniciam a TH interrompem o tratamento no período de um ano. As causas mais citadas são sangramento irregular, medo de câncer ou doença tromboembólica e ganho de peso. Um estudo recente (Climateric, 2008) com 230 participantes mostrou que 70% das mulheres que optaram por tratamentos alternativos no climatério ao invés da TH, o fizeram por medo do desenvolvimento do câncer.

Após a publicação do estudo WHI muitos médicos passaram a reconsiderar o uso da TH para alívio dos sintomas vasomotores. O número de prescrições nos EUA diminuiu de 91 milhões em 2001, para 57 milhões em 2003. Um estudo realizado com ginecologistas no estado de São Paulo (Maturitas, 2007) mostrou que a prescrição de TH decresceu em 25,2% e que aproximadamente 46% dos ginecologistas começaram a prescrever isoflavonas, tranqüilizantes e outras alternativas naturais para os sintomas do climatério.

Por isso, é cada vez mais crescente a procura por terapias alternativas e não hormonais, tanto no Brasil quanto no mundo. Estima-se que mais da metade das mulheres americanas, por exemplo, procuram algum tipo de tratamento alternativo para seus problemas relacionados à menopausa.

Dentre as opções, a soja e suas isoflavonas é um dos tratamentos alternativos mais procurados e estudados. No entanto, estudos demonstram resultados controversos que impedem o conhecimento real da utilização dessa terapia alternativa, embora na prática, muitas mulheres estejam trocando a TH pela reposição com soja.

Pesquisadores da Unicamp compararam os efeitos da soja nos sintomas da menopausa e aprovaram o efeito no tratamento dos sintomas da menopausa.Para saber mais leia o resumo completo da pesquisa no site: http://www.estudosojamenopausa.com.br/

Referências
Lima SMRR, Reis B, Saito S, Ruggero A, Aoki T. Reason of demand for phytotherapy drugs in the climacteric. Climateric 2008; 11:223-5

Rossouw JE, Anderson GL, Prentice RL, LaCroix AZ, Kooperberg C, Stefanick ML, et al. Risks and benefits of estrogen plus progestin in health postmenopausal women: principal results from the Women´s Health Initiative Randomized Controlled Trial. JAMA. 2002; 288(3):321-33

Lazar JRF, Costa Paiva LHS, Morais SS, Pedro AO, Pinto Neto AM. The attitude of gynecologists in Sao Paulo, Brazil 3 years after the Women´s Health initiative study. Maturitas 2007; 56(2):129-4

Fonte:Estudosojamenopausa (UNICAMP)